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Diarista relata ameaças e apedrejamento a casa em residencial em Teresina

A diarista Claudina Oliveira, de 50 anos, denuncia ameaças de morte e apedrejamento a sua residência na manhã desta quarta-feira (25), no residencial Orgulho do Piauí, bairro Pedra Muida, na zona Sul de Teresina.

Ao Cidadeverde.com a diarista relatou que mora no residencial desde o início, há cerca de 9 anos, e que uma família vizinha vem direcionando a ela e ao filho ameaças de morte. A série de ameaças teve inicio em janeiro deste ano. A diarista cita ainda que a família, que vem praticando as ameças, costuma vender apartamentos abandonados no residencial e que desde que colocou uma câmera em sua casa vem sendo ameaçada.

“Aqui tem apartamentos abandonados e ela está vendendo. Por eu morar aqui, eu fico a mercê, ela acha que eu estou atrapalhando. Ela já pediu até para arrancar a câmera, dizendo que estava vigiando elas. Não colocamos para vigiar elas, colocamos para nossa proteção. Tenho um filho adolescente, saio para trabalhar e meu filho sempre chega primeiro que eu. Então elas começaram as ameaças”, explica.

No relato, Claudina Oliveira citou aos prantos que uma das vizinhas colocou uma arma na cabeça do seu filho, de 16 anos, ameaçando mata-lo. Ela registrou um boletim de ocorrência sobre o caso.

Na terça-feira (24) a vizinha teria sido chamadac para prestar depoimento e ao retornar da delegacia teria voltado a perseguir a diarista. Além das ameças ja feitas, a suspeita pediu que retirasse a queixa.

Na manhã de hoje, por volta das 6h, as câmeras instaladas na casa registraram as suspeitas apedrejando a casa, chegando a quebrar janelas e perfurar portas. A diarista conta que seu ex-companheiro, pai do adolescente, que não mora com ela, chegou a ser atingido na cabeça por uma das pedras.

“Quando ela voltou da delegacia, ela ficou me esperando. Cheguei do trabalho e ela já estava esperando na porta da minha casa, me agredindo, me ameaçando para retirar a queixa contra ela. Ontem soube que ela estava de tocaia me esperando, mas estava chovendo. No outro dia ela veio de manhã, jogaram pedra, quebraram o basculante da minha casa, encheram de pedra. Eu não vou registrar boletim. Meu filho não quer mais ficar aqui”, relata a vítima emocionada.

A perícia deve comparecer a residência para analisar o local. Claudiana cita que o apartamento é próprio, mas está sendo forçada a deixar o local pela gravidade da ameaça.

cidadeverde

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