Construtora piauiense executa mais de 1.500 km de obras em rodovias da Bahia

A construtora Jurema executou serviços de restauração e conservação em rodovias estaduais da Bahia e em trechos da BR-235, importante rodovia federal que liga municípios e comunidades de grande relevância no Norte baiano.
Entre os desafios enfrentados durante a execução dos serviços esteve a atuação no Oeste da Bahia, especialmente nas regiões de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, onde o fluxo de veículos é significativamente mais intenso.
“Teve também o desafio da região Oeste, que pegou a área de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães. Foram rodovias estaduais, mas com um trânsito bem mais intenso do que na região Norte”, destacou o diretor técnico e de engenharia da Jurema, Oswaldo Couto.
As obras exigiram uma logística complexa, com uso de equipamentos modernos e rigoroso controle tecnológico. Ao todo, foram executados 1.525 quilômetros de rodovias, sendo 1.329,33 km de rodovias estaduais e 195,81 km de rodovia federal.
Segundo Oswaldo Couto, a estratégia adotada priorizou a qualificação técnica das equipes e a adaptação às características regionais.
“Quando a gente entra, entra focado de fato. A gente contrata uma equipe técnica bem competente, às vezes da região, às vezes do Piauí, para fazer essa aliança com a cultura regional, com máquinas novas, realmente produtivas, e manter uma boa relação com o cliente. Então, a técnica vem sempre na frente”, explicou.
O gerente de Recursos Humanos da Jurema, Aldevando Paz, ressaltou que a execução das obras seguiu critérios rigorosos de segurança, respeito ambiental e atenção às comunidades tradicionais localizadas nas áreas de influência dos trechos restaurados.
“Os aspectos culturais foram levados em consideração, inclusive na empregabilidade dessas pessoas na obra. Os cultos religiosos e os símbolos de representação dessas comunidades também foram considerados no processo de implantação da rodovia. Tudo isso passou por um mapeamento prévio para que as obras acontecessem sem causar impacto negativo”, afirmou.
De acordo com Aldevando, a atuação da construtora atendeu às exigências do Governo da Bahia e às salvaguardas do Banco Mundial, financiador das obras.
“Naquele momento, a Jurema conseguiu cumprir sua missão: estar junto ao cliente, o Governo da Bahia, zelando pelas salvaguardas do Banco Mundial, que era o patrocinador das obras. No final, chegamos a um resultado superpositivo”, completou.
Ainda segundo o gerente, as intervenções trouxeram ganhos diretos para o território, impulsionando a produção agropecuária, fortalecendo a economia de mais de 30 municípios, gerando mais de mil empregos diretos e beneficiando cerca de 1,6 milhão de pessoas.
Para Aldevando Paz, o principal legado das obras é a integração entre desenvolvimento econômico e responsabilidade socioambiental.
“O legado é que responsabilidade socioambiental e sustentabilidade andam juntas com o negócio. A sociedade exige isso, os governos exigem isso, e os negócios precisam incorporar esse componente de sustentabilidade à sua matriz de perpetuidade”, concluiu.
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